Pode Francisco Rodrigues Lobo, que morreu em 1621, ser o protagonista de um movimento conciliador e agregador em Leiria? A proposta é de João Lázaro, realizador do filme Lobo.
“O Rodrigues Lobo é nosso”, argumenta. “Se calhar, Leiria precisa de transformar Rodrigues Lobo num património não tangível”, algo “que nos interesse e que nos una”, uma vez que “as cidades se fazem desta memória colectiva, que nos ultrapassa” e fomenta “uma identidade”.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado










