O título que não rima mas é verdade fala do encontro entre gente nova e gente de mais idade que está a despertar a memória colectiva e a colorir o espaço público numa das aldeias mais singulares do concelho da Batalha.
Na Torre há quadras e cantares, muitos deles atribuídos ao poeta popular Manuel Rodrigues Marcelino, há lendas de tesouros romanos e histórias sobre seres arraçados de lobisomem, há a Santa Iria e a crença de que os vizinhos e rivais do Reguengo furtaram a pia dos baptismos e agora há também um grupo de amigos com vontade de documentar todo este património imaterial e usá-lo como estímulo para a criação artística.
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