Diz-se “um apaixonado” por música. Que, “se pudesse, estudava cinco ou seis horas por dia”. Mais do que a perfeição, provavelmente inatingível, ou a velocidade, que não valoriza, Paulo Santo procura “uma voz pessoal” no vibrafone, capaz de o tornar inconfundível. “Uma voz, um carácter de composição, um carácter a improvisar”, explica ao JORNAL DE LEIRIA. “Para mim, é algo precioso, é um grande feito”.
O resultado da busca escuta-se no disco de estreia a solo, Águeda, o nome da avó materna, a quem presta homenagem com oito faixas de jazz.
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