O corpo, o desejo, o prazer, a afirmação do feminino. Mas, também, o ciclo eterno de vida e de morte, na Natureza. Carla de Sousa em duas mostras colectivas, Avintes e Covilhã, em que assume, pela primeira vez, o formato instalação vídeo para apresentar fotografias e imagens em movimento.
Exposições que sucedem à participação, em 2021, no projecto Mapas do Confinamento (com Rui Zink, Maria Teresa Horta e Afonso Cruz, entre mais de uma centena de autores) e no foto-livro O Meu Amor Não Cabe Num Poema, com outras quatro fotógrafas, a celebrar o Dia Internacional da Mulher.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado










