Considerando que, por um lado, conviveu logo com uma obra nas Capelas Imperfeitas, e por outro, mais recentemente, existiu o impacto da depressão Kristin também aqui no Mosteiro da Batalha, imaginava ter um primeiro ano mais tranquilo?
Estava à espera de ter um desafio, e de enfrentar um desafio, foi para isso que para cá vim. Mas, de facto, este desafio ampliou-se muitíssimo pelas circunstâncias que referiu. Quando cheguei, a obra das Capelas ainda não tinha sido iniciada. Iniciou-se, a montagem do estaleiro, em final de Agosto. E depois tivemos esta surpresa da tempestade Kristin, que veio trazer mais desafios, mais dificuldades, mas também, ao mesmo tempo, mais esperança de ver as coisas mudarem. Depois do período de trauma, do impacto, dos efeitos que a tempestade teve, vejo agora, se calhar, uma oportunidade para se fazerem coisas e fazerem obras no edifício que, de alguma forma, já eram necessárias.
Quando olha para trás, para estes primeiros 12 meses, que balanço faz? É positivo?
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