Ainda jogava nas camadas jovens do GD Peniche quando uma rotura muscular o afastou dos relvados temporariamente. Naquele primeiro ano de júnior, com a carreira em suspenso, ouviu num programa de rádio que a Filarmónica 1.º de Dezembro, em Atouguia da Baleia, iria receber um curso de árbitros. Para Fábio Veríssimo, era a oportunidade para ocupar o tempo que, até então, estava preenchido pela azáfama dos treinos.
“Quando jogava, já tinha a mania que era árbitro. Até levava bastantes cartões porque reclamava muito com os árbitros”, recorda.
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