A descida às profundezas de Leiria começa com um aviso, em tom sério, feito por Humberto Gonçalves, engenheiro civil e director comercial e de produção da LimpaCanal. “O ambiente lá em baixo é pesado”, adverte, enquanto enumera alguns dos sintomas a que se deve estar alerta, como náuseas, tonturas ou sensação de desmaio.
Devidamente equipado, com fato de protecção completo, capacete, luvas, máscara e botas de borracha, o grupo é dividido. Entrarão três de cada vez, acompanhados de Humberto Gonçalves e Carlos Gaspar, o encarregado de obra e fiel depositário de um dispositivo de detecção de gases tóxicos, essencial para garantir a segurança.
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