Têm décadas de profissão e quando poderiam gozar da reforma com um ritmo de trabalho menor, decidiram voltar ao Serviço Nacional de Saúde. Uns regressam aos cuidados de saúde primários, outros aos serviços hospitalares, incluindo as urgências. Não o fazem por dinheiro, mas pelo sentido de missão, pelo contacto com os doentes e pela convicção de que ainda podem ser úteis.
Num momento em que ainda há muitos cidadãos sem médico de família e as listas de espera para consultas e cirurgias têm um tempo médio acima do definido, estes médicos vêm ajudar a colmatar estas lacunas.
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