Qual o maior desafio para um director de uma prisão regional?
É conseguir cumprir a missão e ter os meios necessários. A nossa vocação é particularmente na recepção de presos preventivos na área de 21 comarcas. A questão da reinserção e da reeducação é transversal a todo o sistema, mas estamos mais focados no transporte e na apresentação de presos aos tribunais.
E têm meios?
Cada vez menos. As dificuldades são muitas. A frota automóvel poderia ser melhor, mas vai sendo suficiente. As dificuldades são mais ao nível dos meios humanos. Idealmente deveríamos ter cerca de 60 guardas prisionais e estamos abaixo dos 50, numa prisão cuja capacidade é de 110 reclusos, o número de detidos que temos actualmente. Mas regularmente estamos em sobrelotação.
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