Chamou a si os pelouros da Gestão Financeira, Desenvolvimento Económico e Natural, Recursos Humanos, Turismo e Desenvolvimento Comunitário. Isto mostra as prioridades do presidente para o seu município?
As prioridades do presidente são todas as áreas, mas, acima de tudo, a Saúde, a dimensão social e o desenvolvimento económico. Estes são os temas de maior incidência e mais estruturantes para o concelho. Confio na equipa do executivo e algumas destas áreas estão com os vereadores, mas isso não quer dizer que são menos importantes.
Um dos seus pelouros é o Turismo e a marca Óbidos é muito conhecida dentro e fora de fronteiras.
Em Óbidos, as duas áreas que se destacam são a agricultura e o turismo. No caso desta última, com a pandemia, ficou demonstrado que não podemos apostar apenas em eventos de massas ou da concepção que deles tínhamos. Estamos a trabalhar numa estratégia de diversificação, em turismo inclusivo, de natureza, religioso, militar, entre outras áreas que pretendemos dinamizar. Durante este período de pandemia, tivemos uma procura acima do que seria expectável, por sermos um território ainda rural. Não é um turismo com o impacto de urbanidade que os jovens costumam procurar, mas as famílias e os jovens que se estão a estabelecer em empresas que exigem um trabalho bastante stressante e intenso, têm necessidade de escapes e de se livrar da máscara em ambiente seguro. Temos um território com potencial para desenvolver esse campo. Também temos o turismo de património e cultural. Há aqui aldeias que também têm história, raízes e tradições, que estão pouco aproveitadas e queremos promovê-las dentro da marca Óbidos. Temos até a cidade romana de Eburobritium.
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