A mochila cheia de sacos de areia tem sido o equipamento obrigatório nos treinos das últimas semanas. É nela que terá que levar os mantimentos para os sete dias a correr 250 quilómetros pelo maior deserto do mundo, o Sarah.
A precisamente um mês da partida, na última sexta-feira, já se faziam contas à Maratona das Areias, mais uma das grandes aventuras da vida deste homem. “Não é a minha praia”, confessa de sorriso rasgado, enquanto contempla as prateleiras que enchem a parede da garagem com prémios e recordações do que têm sido os últimos 18 anos dedicados às corridas.
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