E se um dos tesouros da arte urbana em Leiria se pudesse encontrar, afinal, não à vista de todos em fachadas, muros e outros suportes no espaço público, mas, pelo contrário, longe de olhares desprevenidos, no miolo de uma fábrica desactivada?
Uma galeria clandestina na periferia da cidade, onde se descobrem diversas fases dos cães de Ricardo Romero (Projecto Matilha), também gatos, tigres e dragões, o rancho intergaláctico de Tenório, o Bicho que quer ser gente, a distopia de Frio e o legado de vários nomes internacionais que vieram ao evento Paredes com História, entre outros temas e autores, no que é, provavelmente, o maior e mais rico exemplo, no concelho, da ocupação de edifícios abandonados por artistas de pintura mural e grafiti.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










