O jogo de dia 28 de Fevereiro era decisivo. Contra Saavedra Guedes, uma vitória dava ao Amarense tudo o que ambicionava: subir à 2.ª divisão nacional de futsal. Com toda a pressão que o jogo acarretava, prepararam-se “com a normalidade das outras semanas”, com a esperança que fosse redimida a tragédia de 28 de Janeiro: o pavilhão onde treinavam, a quem muitos chamam casa, não resistiu aos ventos fortes.
“Levámos o jogo da forma mais séria possível. Tivemos muitos minutos onde, se calhar, a ansiedade falou mais alto, mas soubemos sempre reagir e fomos controlando o jogo com um pavilhão cheio e uma festa espectacular”, resume Pedro Pipa, treinador da equipa principal há oito anos.
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