Quando em 2014, pela primeira vez, A Porta se abriu no centro histórico de Leiria, Miguel Ferraz, então com 22 anos e a estudar em Lisboa, “nem sequer sabia da existência” do projecto, que só começou a acompanhar mais tarde. Hoje, é ele, a par com Mariana Lois, que lidera a equipa responsável por programar e produzir o festival.
A passagem de testemunho acontece sem se perder a essência: comunidade e pensamento do espaço público. “Não ser um festival ocupa, que chega, monta e vai embora”. Pelo contrário, ser “um festival onde cabe toda a gente”, que procura o “diálogo”, “de todos para todos”.
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