Na memória de alguns dos moradores de Alqueidão da Serra, daqueles que foram ficando, permanecem ainda recordações do grande incêndio que há 28 anos dizimou grande parte da mancha florestal da freguesia. “Ardeu praticamente toda. E nunca mais se recuperou”, conta Miguel Santos, de 37 anos.
Nas encostas que ladeiam as aldeias, encravadas entre áreas florestais, crescem matagais, pinhal e eucaliptal desordenado. Há ainda zonas de carvalhal e olivais ao abandono. No sopé subsistem alguns, poucos, terrenos cultivados e muitos invadidos por silvas. A falta de cuidado é tal que Miguel Santos está convencido que, “se houver um incêndio, vai ser um desastre grande”.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










