Pioneiro e solitário, é o exemplo da paixão pelo cinema alimentada com os próprios meios, sempre escassos. “Sou como os ratos que vão buscar o queijo e depois voltam para a sua toca”, pode ler-se num catálogo da Cinemateca que recupera o comentário publicado em 1992 pelo JORNAL DE LEIRIA.
Entre o m|i|mo – museu da imagem em movimento e o Teatro Miguel Franco, as próximas semanas trazem de novo à superfície a vida e a obra de António Campos, ainda por descobrir, mais de 20 anos após a morte do realizador, um dos mais relevantes documentaristas do século XX português, que começou a filmar com uma máquina Payard 8mm adquirida a prestações com o primeiro ordenado de funcionário de secretaria na Escola Comercial de Leiria.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.











