Arame, alicate, linha e contas… muitas contas. Tudo no devido lugar, em cima de um tabuleiro que funciona como mesa de trabalho, onde não falta a agulha com que as mãos de Maria de Jesus Trindade, já enrugadas, mas ainda com muita destreza, vão montado terços, peça a peça.
Aos 88 anos, a artesão, natural de Sobral, aldeia onde nasceram as primeiras fábricas de artigos religioso de Fátima, continua a dedicar-se à produção de terços.
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