Acusações de assédio moral, ameaças e tratamento desigual entre os utentes são algumas das queixas apontadas por pais e funcionários à direcção da Associação Portuguesa para as Perturbações de Desenvolvimento e Autismo (APPDA) de Leiria. O presidente Paulo Santos defende-se ao afirmar que a instituição “está a ser alvo de uma campanha terrível”, que não consegue explicar.
Após a notícia ter sido avançada pelo Jornal de Notícias, vários pais contactaram o JORNAL DE LEIRIA a denunciar o “clima de perseguição” de que são alvo os funcionários que se opõem à direcção. Também sobre os pais é exercida coacção, com ameaças de que não precisam dos filhos na instituição, pois “têm uma lista de espera de mais de 50 utentes”. Há queixas na Autoridade para as Condições do Trabalho e na Segurança Social.
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