PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Sociedade

Bióloga de Leiria ajuda a proteger golfinhos do Sado

Jacinto Silva Duro Jacinto Silva Duro
07/02/16 12:02
em Sociedade
Bióloga de Leiria ajuda a proteger golfinhos do Sado
Share on FacebookShare on Twitter

A bióloga marinha Raquel Gaspar nasceu em Leiria e foi nessa cidade que descobriu o amor pelo mar. Hoje, é uma das caras da Associação Ocean Alive, sediada no estuário do rio Sado.

Esta é uma organização para a educação marinha, cuja missão é transformar comportamentos para a protecção do oceano, através da educação e envolvimento das comunidades locais costeiras.

A educação marinha é o alicerce do trabalho deste grupo que desenvolve um programa de actividades muito diversificado para famílias, turistas e escolas, a partir de vários eixos: um projecto com as mulheres pescadoras do Sado, um programa dirigido às escolas, um programa sobre lixo marinho e o projecto Noites de Estrelas e Pirilampos. A equipa é composta por astrónomos, pescadores, artistas plásticos e biólogos marinhos.

As Noites de Estrelas e Pirilampos têm por base a observação astronómica e observação de pirilampos, fazendo a sua transposição para o ambiente marinho. "Quando estamos na escuridão completa do mar profundo, que constitui 97% da sua totalidade, é como se estivéssemos a ver estrelas e pirilampos.

Ali, é o reino da bioluminescência”, explica a bióloga. Para mostrar como seria viver ali, Raquel Gaspar está a escrever um livro, com o ilustrador Nuno Farinha, que leva os mais novos a mergulhar num batiscafo, em zonas específicas do território marítimo português.

“Um desses locais longe da luz é o Canhão da Nazaré, outro são os campos hidrotermais dos Açores, onde vivem caranguejos e mexilhões gigantes e onde toda a base da vida acontece a partir de bactérias que usam o enxofre como energia química. Os restantes são o monte Gorringe, que se situa entre o sul de Portugal e a Madeira, os vulcões de lama ao largo do Algarve e uma planície a 5 mil metros de profundidade.

"Outra das vertentes desta iniciativa passa por revitalizar as colecções de museus, como o da Universidade de Coimbra, que tem exemplares recolhidos há dois séculos, pelos primeiros naturalistas portugueses, quando se acreditava que, nos sítios no mar onde a luz não penetrava, não podia haver vida, e levar escolas a conhecer as novas exposições. Uma dela seria a Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, de Leiria.

Para isso, foi feita uma candidatura à EEA Grants, mas, infelizmente, a iniciativa não foi aprovada. Mulheres pescadoras do Sado Outro projecto da Ocean Alive visa transformar comportamentos para a protecção do oceano, envolvendo comunidades costeiras, em Setúbal, caracterizadas pela existência de casais que embarcavam e pescavam.

Esta iniciativa recebeu o prémio Ariane, da Rothschild Fellowship 2015.“Na margem norte do rio, o aparecimento da indústria levou ao abandono da pesca, contudo, a falência das fábricas levou ao desemprego. Estas mulheres desempregadas têm uma sabedoria de vida no mar fantástica e nós quisemos criar uma alternativa económica à pesca, valorizando a sabedoria e património cultural das pescadoras, através de visitas guiadas no Mercado de Peixe de Setúbal e de passeios de barco no estuário do Sado”, explica Raquel Gaspar.

O seu público alvo são as famílias, os turistas e as escolas. Foi, aliás, para este público específico que a bióloga falou durante o Seminário Nacional Eco-Escolas 2016 que decorreu na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico de Leiria, entre os dias 22 e 24 de Janeiro.

Raquel Gaspar apresentou os três grandes temas para as escolas: a biodiversidade marinha, a pegada no oceano e o papel regulador do mar no clima e na vida na Terra, salientando que a equipa ds Ocean Alive pode ir às escolas ou levar os alunos embarcados na rota dos Golfinhos.

"A 'princesa' do nosso programa de educação marinha é uma oficina denominada Oxigénio do Mar que eu Respiro, que alerta os participantes para o facto de ser o oceano, as algas e as microalgas quem nos dá a maior parte do do oxigénio que respiramos. As pessoas acham que são as árvores e as florestas", sublinha.

A oficina, desenvolvida originalmente para o programa Descobrir, da Fundação Gulbenkian tem uma componente artística que auxilia os mais novos a perceber termos como sequestro do carbono ou upwelling(o transporte de águas frias e ricas em nutrientes essenciais para a superfície).

O lixo marinho constitui um dos focos do Programa Escolar de Educação Marinha da Ocean Alive. A organização participa no projecto Skeleton Seas Seedlings: transformar o lixo em arte, promovido pela Skeleton Seas e financiado pelas EEA Grants, promovendo a formação de professores e oficinas de educação marinha com os alunos.

O Programa de Educação Marinha da Ocean Alive tem o apoio institucional da IGCP-UNESCO e da Agência Nacional Ciência Viva.

Paixão pelo mar e pelos golfinhos
Raquel Gaspar, 46 anos, é de Colmeias, Leiria. Estudou no Colégio Conciliar Maria Imaculada e na Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo.

Foi nesta instituição que o seu professor de Biologia, Costa Reis, haveria de marcá-la e ditar a sua paixão pelo mar. Estudou Biologia na Faculdade de Ciência da Universidade de Lisboa, estagiou num estudo sobre os golfinhos do Sado e o doutoramento foi sobre a dinâmica populacional destes mamíferos.

"Analisei 20 anos de fotografias de barbatana dorsais e tentei perceber qual era o movimento da população, quando aumentava ou diminuía, e tentei modelar isto no futuro. Aprendi que a única forma de proteger os golfinhos era proteger o habitat, as pradarias marinhas. Se ninguém souber que elas existem, ninguém se importará que elas desapareçam."

Leia mais na edição impressa ou torne-se assinante para aceder à versão digital integral deste artigo

Tópicos: golfinhosoceanaliveraquelgaspar

RELACIONADOS

Feridos em redes de pesca, golfinhos estão a morrer nas nossas praias
Sociedade

Feridos em redes de pesca, golfinhos estão a morrer nas nossas praias

Junho 18, 2023
Golfinhos moram no Rio Sado, mas jantam ao largo da Nazaré
Economia

Golfinhos moram no Rio Sado, mas jantam ao largo da Nazaré

Julho 18, 2021
Reflorestar o mar é a missão de Raquel Gaspar e da Ocean Alive
Sociedade

Reflorestar o mar é a missão de Raquel Gaspar e da Ocean Alive

Janeiro 13, 2021
Próxima publicação
Daniela, a princesa que queima pneu

Daniela, a princesa que queima pneu

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?