As Festas do Bodo 2026 custaram cerca de 310 mil euros, quase metade dos quase 600 mil, em média, das edições anteriores.
Segundo a autarquia, a poupança explica-se pela ausência de palco principal com artistas de renome nacional, que exigiria mais de 200 mil euros em cachés, som e iluminação.
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Em vez disso, subiram aos palcos 754 músicos do concelho.
“Tivemos um Bodo 100% pombalense”, resumiu o presidente da câmara, Pedro Pimpão, ao apresentar o balanço preliminar de uma edição pensada como resposta à tempestade Kristin.
Do total, 230 mil euros couberam à organização geral e 80 mil às tasquinhas, incluindo tendas e cozinhas.
O modelo poderá, admite a autarquia, ter atraído menos visitantes de fora do concelho.
“Já percebi que há uma pressão social grande para se voltar ao palco principal e para termos artistas nacionais no Bodo”, reconheceu o autarca.
O relatório final será apresentado em Setembro.










