A ocorrência foi há 10 anos, mas só agora, depois de uma primeira condenação pelos crimes de burla, falsificação e falsas declarações, teve o seu epílogo nos tribunais.
O bombeiro, que em Junho de 2015 pediu ajuda a um amigo, militar da GNR, para se identificar como condutor da viatura que acabara de acidentar, para fugir ao teste do álcool, vai ter de devolver os cerca de 18 mil euros que a companhia de seguros lhe havia pago, a título de indemnização por danos no automóvel, assistência médica e compensação por incapacidade temporária.
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