Na segunda edição do Caldas Film Fest, deixa de haver competição entre filmes. “Em vez de escolher vencedores, escolhemos celebrar todos”, explica a organização. “Procuramos criar um ambiente mais saudável, onde o foco está na partilha sincera de olhares, processos e inquietações”.
O festival promovido pelo Cineclube de Caldas da Rainha termina neste sábado e acontece em espaços que “tentam renovar a ideia de sala de cinema”. Propõe-se divulgar “o cinema nacional, com especial atenção a novos realizadores e obras independentes”. A entrada é livre e todas as obras têm a duração máxima de 30 minutos.
Este ano, o Caldas Film Fest contempla cinco categorias nos géneros documentário, ficção e animação: nacional, estudantes, experimental, caldenses e skate and create.
Pensado para criar experiências, partilha e convívio, tem também como ambição integrar a comunidade local e seus colectivos culturais nas várias actividades propostas.
“Para além das exibições de filmes, o festival inclui debates, workshops e momentos de convívio”, lê-se na nota de divulgação. “Queremos trazer o cinema para fora do seu contexto, criando espaços alternativos [e] apostando numa programação que se afaste dos circuitos comerciais”.
Estão previstas cinco sessões, com um total de 19 filmes, que se dividem por espaços museológicos, de saúde e expositivos, antecipa o Cineclube. “Para esta segunda edição, reforçamos o desejo de tornar o festival num evento de referência a nível regional e nacional”.










