PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Depressão Kristin

Caos e destruição à passagem da Kristin pela região

A depressão Kristin deixou hoje um rasto de destruição e caos no distrito de Leiria causando a morte a três pessoas e inúmeros estragos materiais

Redacção Redacção
28 de Janeiro de 2026
em Depressão Kristin
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região  Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes. O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”. Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra. O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística. Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.  “Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes. Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água. “Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”. “Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.
Caos e destruição à passagem da Kristin pela região
Share on FacebookShare on Twitter

Os prejuízos da passagem da depressão Kristin são incalculáveis e a cidade de Leiria poderá demorar um ano a recuperar do “cenário dantesco”, como apelidou Gonçalo Lopes.

O presidente da Câmara de Leiria enumerou “danos materiais, sobretudo de fábricas, que ficaram sem coberturas”, “centenas de casas sem coberturas e fachadas, empresas, que tinham acabado de fazer obras e um jardim de infância que desapareceu na Coucinheira, em Amor”.

Foram ainda registados estragos nas obras nas escolas D. Dinis e Afonso Lopes Vieira, que têm financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, “onde os andaimes caíram, as coberturas desapareceram e, portanto, em cima de obra” terá de ser realizada nova obra.

O terminal rodoviário desabou e terá de mudar de lugar para o estacionamento junto ao Estádio de Leiria, onde também será erguido um centro de logística.

Além destes estragos, o autarca sublinhou que a “recuperação da normalidade, irá demorar muitos dias”, advertindo que o “plano de recuperação irá demorar mais de um ano até ser reposta toda a normalidade”.

“Temos de facto um cenário desolador”, desabafou Gonçalo Lopes.

Com a voz embargada, Paulo Vicente sublinhou que a Marinha Grande enfrenta um cenário de caos, referindo danos em casas e empresas, encontrando-se sem electricidade, comunicações ou água.

“Está um caos, não há memória, nunca houve no concelho da Marinha Grande uma destruição tão grande como esta”, afirmou aos jornalistas, adiantando que “o concelho está isolado do mundo”.

“Não temos comunicações, não temos electricidade, não temos água”, acrescentando que os restaurantes e apoios de praia desapareceram na Vieira de Leiria.

Tópicos: Depressão Kristin
PartilharTweet

Mais informação

Pedro Pimpão, em dia de arranque das Festas do Bodo
Sociedade

Pedro Pimpão: “O Bodo deste ano somos nós”

24 de Julho de 2026
Esta é a segunda fase das obras de reparação dos danos provocados pelo temporal
Depressão Kristin

Leiria avança com obras numa centena de edifícios escolares

14 de Julho de 2026
Ourém denuncia “persistência” nas falhas de comunicação cinco meses após temporal
Depressão Kristin

Ourém denuncia “persistência” nas falhas de comunicação cinco meses após temporal

1 de Julho de 2026
Próxima publicação
Música | Manual de instruções para gestos banais

Música | Manual de instruções para gestos banais

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Assalto ao castelo

MAIS VISTOS

Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

28 de Outubro de 2026
Marta Bento, estudante de Relações Internacionais
Assalto ao castelo

Assalto ao castelo

27 de Outubro de 2026
Fernando Ribeiro, músico
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?