A aldeia com nomes de gatos, de Carlos Lopes Pires, reúne 56 poemas – os primeiros 12 “escritos de seguida, nas primeiras horas”.
O autor apelida de “liturgia poética” o momento de apresentação da obra, que decorreu no sábado, em Leiria. E explica: “Não entendo a poesia como um espectáculo, como uma performance, como agora se diz, mas como algo que se aproxima da contemplação, da oração, do silêncio espiritual”.
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