As Andorinhas que o Vento Levou acompanha as marcas da partida na vida de uma família ao longo dos anos, reflectindo sobre a distância, o reencontro e o regresso. Através de diferentes olhares sobre quem parte, quem fica, quem chega e quem recebe, o espectáculo questiona também onde fica, afinal, a casa de quem parte, explica Mariana Fonseca, responsável pelo Grupo de Teatro do ASAS – Atelier de Artes e Saberes, que leva a peça ao palco no contexto do 26.º Cenourém.
É uma estreia e é o primeiro espectáculo do colectivo. A apresentação está agendada para esta quinta-feira, pelas 21:30 horas, no Teatro Municipal de Ourém.
Com texto, direcção e concepção de Mariana Fonseca, profissional de teatro, o espectáculo reúne uma equipa oureense, entre elenco e coro comunitário, e junta membros da associação e participantes externos, e o grupo Musicando. Há quem tenha emigrado para França e regressado, quem tenha vivido a experiência da emigração a salto e quem, sendo filho de emigrantes, tenha nascido em França e vindo viver para Portugal.
Em 2026, o Cenourém prolonga-se até 8 de Novembro e envolve quase uma dezena de grupos de teatro. Neste fim de semana, a programação inclui Espião à vista, pelo Grupo de Teatro Os Pépétos, na sexta-feira, dia 30, e ADN, pelo Amitaf – Grupo de Teatro, no sábado, em ambos com início às 21:30 horas.
Já no domingo, 1 de Novembro, é a vez de O doido e a morte do rei imaginário, pelo Grupo de Teatro da Aspas.
Todas as apresentações acontecem no Teatro Municipal de Ourém.












