As alterações à Lei do Tabaco, aprovadas na semana passada em Conselho de Ministros e que apertam o cerco à venda e ao consumo de cigarros, estão a dividir opiniões na região. Entre quem considere necessário a adopção de medidas mais restritivas, por “questões de saúde”, há quem classifique as proibições aprovadas pelo Governo como “ridículas”, “exageradas” e “mais um atentado ao pequeno comerciante”.
De acordo com a proposta de lei ratificada em Conselho de Ministros, que terá ainda ser aprovada pela Assembleia da República, passa a ser proibido fumar ao ar livre junto a escolas, hospitais, centros de saúde ou até em esplanadas com algum tipo de cobertura.
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