Escreveu uma tese de mestrado sobre cinema de terror português e trabalhou (criando adereços de cena) em filmes como Grand Tour, de Miguel Gomes (prémio de melhor realização do festival de Cannes em 2024) e O Ano da Morte de Ricardo Reis, de João Botelho.
Desde pequena que por engano lhe trocam o nome (Cinara) e daí vem o heterónimo: Saiónára. Tem duas gatas pretas “que adoram azeitonas verdes”, vivia em Lisboa, mas deixou a cidade depois do nascimento do único filho e agora moram todos “onde tocam os sinos”: Alcobaça.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado










