Um observatório, uma máquina de sons e assombrações, uma ilha num lago abandonado, uma cadeira a dois metros e meio de altura, um campo de vólei que convida à transgressão e várias placas de licenciamento de obra a assinalar a fronteira entre o real e o imaginário.
Aceder ao jardim da Villa Portela durante o Festival A Porta, que começa amanhã, 2 de Julho, significa descobrir instalações produzidas por Patrick Hubmann, ± MaisMenos ±, Tenório e pelos colectivos Til e Frame, entre árvores e arbustos, zonas de sombra e de luz, esconderijos e clareiras, no contexto do convite para residências artísticas lançado pela organização com o objectivo de projectar modos de viver a propriedade e o chalet do século XIX que o Município quer transformar em centro de artes.
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