No coração de Leiria, no espaço Void, o Cineclube de Leiria realizou a sua primeira sessão oficial de funcionamento regular. Depois da estreia a 18 de Abril, a sala encheu-se de um público maioritariamente jovem, atento, mas também com algum público menos juvenil que não desiste de se deslocar onde quer que seja. À frente do projecto estão três nomes: Raquel Quintino, Edite Santos e Sal Nunkachov. Numa conversa descontraída com o JORNAL DE LEIRIA, a ideia dos clubes de vídeo de antigamente gera alguma nostalgia, mas a pergunta que se impõe é simples: porquê um cineclube, agora?
A origem do Cineclube de Leiria remonta a conversas informais sobre a falta de espaços dedicados a um cinema mais intencional, experimental e gerador de debate. “Começou mais pela discussão de criar um espaço onde seja mais divulgada a questão do cinema amador e… coisas que não são muito vistas”, explica Raquel.
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