Muito antes de a ginja receber prémios e pontuar o remate das refeições contemporâneas, já lhe eram atribuídas propriedades regeneradoras que os homens de Cister descobriram em ambiente místico.
“Os licores têm na nossa região uma origem conventual, não na gastronomia, mas na farmácia. A ginja era usada como xarope peitoral e digestivo”, explica o empresário Vasco Gomes.
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