“Qualidade e quantidade” continuam a dimensionar o “espírito aberto” do Folio, acredita José Pinho, co-organizador do festival com dois prémios Nobel da Literatura que hoje inaugura em Óbidos, onde as letras e outras artes vão dedicar dias consecutivos ao debate da palavra “poder”, que, avisa o administrador da livraria Ler Devagar, é “muita coisa” e “muito mais do que o poder”.
Do “poder da literatura” e da “educação” a “questões filosóficas que têm a ver com a política”, em Óbidos vai respirar-se o ar do tempo, e do mundo, num momento em que, “pelas melhores e pelas piores razões”, o poder se manifesta diariamente no espaço mediático e na vida das pessoas, nota José Pinho, que lembra “o poder de invadir” e “o poder de resistir”.
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