Numa turma do 10.º ano, da Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto, alunos de 15 e 16 anos assumem a sua dificuldade em dialogar com os pais. “Tenho medo de os desapontar”, confessa uma das raparigas. “Eu tenho abertura, mas tenho respeito e sei o limite”, partilha outra jovem.
A conversa flui e já os adolescentes confessam outros receios e angústias, num estilo pouco habitual no contexto de sala de aula. E a responsabilidade é dos Lobos Lusitanos, grupo de motoqueiros que, sem pretensões e derrubando estereótipos, fazem emergir temas, sobre os quais dão conselhos baseados na sua experiência e trajecto pessoal.
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