PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Opinião

CULTURA, UNIVER(CIDADE) E (DES)ENVOLVIMENTO – III

Universidades e Politécnicos: novo ano académico

Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
21 de Setembro de 2016
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria21 de Setembro de 2016

No dia 19 de setembro iniciou-se o ano académico de 2016/2017 na maior parte das universidades e politécnicos portugueses. Aparentemente, e numa primeira análise, as famílias portuguesas e seus filhos parecem voltar a acreditar no ensino superior como espaço de formação, profissionalização e desenho de novos projetos pessoais e profissionais.

A primeira fase de candidaturas mostrou uma tendência de aumento do número de estudantes quer nas universidades quer nos politécnicos. O Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) mostrou, uma vez mais, os seus trunfos e resultados na atração de novos estudantes que buscam o ensino superior. O ISCTE-IUL foi, de novo, a única instituição de ensino superior que esgotou as suas vagas na primeira fase.

Felizmente que, também, o Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) viu aumentar, substancialmente, o seu número de estudantes. O IPLeiria ocupou, na primeira fase de candidaturas, cerca de 80% das vagas disponibilizadas. A reflexão e análise quanto ao tipo de estudantes e notas de entrada que procuraram as universidades e os politécnicos fica em standby para um próximo texto.

Do Ensino Superior no Brasil e dos riscos do Regime Fundacional
No Brasil, de onde regressei há 3 dias, e onde estive em “modo” de trabalho e também de férias, tudo está em mudança. Resta saber em que sentido vai essa mudança e quais serão os resultados finais, quer para a economia, quer para a educação, quer para a sociedade brasileira no seu todo.

Para já, em termos de ensino, há muito intelectual a dizer que Temer colocou a educação no século passado. No ensino superior regressou o aperto e estrangulamento a múltiplos projetos de investigação e de educação. A título de exemplo, porque o espaço escasseia para grandes análises agora, a ANHANGUERA, que se tornou na maior rede de ensino do Brasil, transformando-se numa empresa S.A., detendo, inclusivamente, ações em bolsa, demitiu 1497 professores do ensino superior, essencialmente, de entre os mais graduados, com doutoramento e mestrado, isto só no Estado de S. Paulo.

Especula-se que se busca o lucro e não a qualidade no ensino superior. Um professor com mestrado ganha, no Brasil, 38 reais por hora/aula. Com as novas contratações precárias, a ANHANGUERA pagará a professores menos habilitados apenas 26 reais por hora.
Num momento em que o Conselho Geral (CG) do IPLeiria decidiu discutir as vantagens e desvantagens do IPLeiria passar a regime de Fundação, vale a pena pensar bem sobre o caso Brasileiro: qualidade ou lucro?

Instituição de ensino e investigação ou empresa capitalista? Que ganharíamos com o regime fundacional?
Claro que os gestores portugueses que defendem o modelo de Fundação se sustentam na argumentação da maior autonomia e economia de tempo no desenvolvimento de projetos de investigação e ensino mas, pergunto eu, não será isto apenas a casca da árvore?

No caso brasileiro, apesar de o corpo docente das universidades ter de possuir pelo menos um terço de professores com mestrado ou doutoramento, é triste (e absurdo) que os professores sejam penalizados pelos graus académicos que obtêm.

Tanto lá, como cá, como em todas as instituições de ensino superior, seria mais racional, inteligente e eficaz que se optasse, antes, por uma política séria de avaliação, de prémios e sanções e, enfim, pelas motivações e devidas remunerações (para rimar).

"É MELHOR MERECER AS HONRAS SEM RECEBÊ-LAS DO QUE RECEBÊ-LAS SEM MERECÊ-LAS." (Mark Twain)

*Professor Coordenador Principal ESECS-IPLeira e CICS.NOVA.IPLeiria
*Professor Decano do Instituto Politécnico de Leiria

Tópicos: opiniãoricardo vieirauniversidades
PartilharTweet

Mais informação

Opinião

A (ir)relevância de lamber um ecrã

27 de Outubro de 2026
Paulo José Costa, psicólogo clínico
Opinião

Stress a stress, enche o copo

27 de Outubro de 2026
Cláudia Camponez, psicóloga educacional
Opinião

Data centers e a fome por recursos

26 de Outubro de 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
Próxima publicação
Agora

Agora

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

MAIS VISTOS

A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?