PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Opinião

CULTURA, UNIVER(CIDADE) E (DES)ENVOLVIMENTO – XVIII

Desejos e contradições do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para 2017

Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
3 de Janeiro de 2017
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria
Ricardo Vieira, professor decano do Politécnico de Leiria3 de Janeiro de 2017

Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, refere que em 2017 pretende “alargar a base de apoio social do ensino superior e reforçar a aposta em I&D.

Tal passa pela concretização do contrato de legislatura com as universidades e politécnicos, garantindo previsibilidade de financiamento; o reforço do emprego científico e académico e dos apoios sociais, alargando a base de recrutamento do ensino superior; e a aposta no crescimento em I&D, incluindo o lançamento de um orçamento participativo de C&T, estimulando a proximidade entre as comunidades científicas e os cidadãos.”

Novamente palavras. Apenas palavras. Palavras que quando não são cumpridas são desvalorizadas. A palavra perde o seu valor. Como operacionalizar toda esta retórica com apenas 0,8% de investimento no Ensino Superior, o que corresponde ao último lugar da OCDE?

Por outro lado, o Ministro Manuel Heitor é acusado pelo Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) de “branquear situações ilegais” relativamente à recente notícia veiculada pelo Jornal de Notícias que noticiou a existência de docentes universitários a trabalhar a título completamente gracioso.

Para o SNESup, as palavras do ministro Manuel Heitor são “vergonhosas”, quando considerou normal que se lecione no ensino superior sem receber qualquer remuneração: "o Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) – a maior associação sindical de docentes do ensino superior e investigadores, independente de qualquer central sindical – rejeita completamente as afirmações do ministro Manuel Heitor, que não só se recusou a promover imediatamente uma investigação rigorosa aos casos denunciados pelos órgãos de comunicação social, como procurou branquear situações ilegais, que promovem uma visão de sociedade baseada no trabalho não remunerado”, pode ler-se num comunicado desta estrutura sindical, sobre os dados veiculados pela comunicação social que apontam para a existência de 176 professores, em 2014, e de 250, em 2016, a trabalhar gratuitamente.

O SNESup denunciou esta situação e afirma serem muito superiores os casos nesta situação, o que considera ilegal.

Também o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Cunha, considerou que a existência de docentes a trabalhar nas faculdades sem remuneração é uma “situação pontual, está prevista na lei e não tem por objetivo a redução de custos”.

Contestando as palavras de Manuel Heitor e de António Cunha, o SNESup afirma ter "recebido mensagens de membros da comunidade académica que rejeitam em absoluto as declarações do ministro e do Presidente do Conselho de Reitores, que têm vindo a ser classificadas como vergonhosas”.

O SNESup refere ter documentos que comprovam “claras ilegalidades” nas instituições, de casos que “não se enquadram na legislação vigente”. Relativamente às denúncias que recebeu em relação à Universidade do Porto, nenhum dos casos cumpre os Estatutos da Carreira Universitária, a qual “restringe a possibilidade de colaboração voluntária a colaborações entre instituições de ensino superior”. Parece, assim, haver mesmo violação do "Código do Trabalho, que estabelece não só o princípio da retribuição, como de uma retribuição mínima (salário mínimo)”.

Professor Decano do Instituto Politécnico de Leiria
Professor Coordenador Principal ESECS-IPLeiria e CICS.NOVA.IPLeiria

(O autor escreve segundo as regras do "Acordo" Ortográfico de 1992)

Tópicos: opiniãopolitécnicoricardo vieirauniversidade
PartilharTweet

Mais informação

Opinião

A (ir)relevância de lamber um ecrã

27 de Outubro de 2026
Paulo José Costa, psicólogo clínico
Opinião

Stress a stress, enche o copo

27 de Outubro de 2026
Cláudia Camponez, psicóloga educacional
Opinião

Data centers e a fome por recursos

26 de Outubro de 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
Próxima publicação
Lusitanos de Saint-Maur estagia em Pombal

Lusitanos de Saint-Maur estagia em Pombal

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Assalto ao castelo

MAIS VISTOS

Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

28 de Outubro de 2026
Marta Bento, estudante de Relações Internacionais
Assalto ao castelo

Assalto ao castelo

27 de Outubro de 2026
Fernando Ribeiro, músico
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?