PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home DEPRESSÃO KRISTIN

Da monocultura ao mosaico, transformar a paisagem passa também por apadrinhar uma árvore

Elisabete Cruz Elisabete Cruz
28/03/26 09:03
em DEPRESSÃO KRISTIN
Da monocultura ao mosaico, transformar a paisagem passa também por apadrinhar uma árvore
Share on FacebookShare on Twitter

Apadrinhar uma árvore ou uma área definida, alterar uma paisagem de monocultura para mosaico e optar por misturar espécies com crescimento de ritmo diferentes são alguns dos desafios do projecto RePlantar Leiria, que foi apresentado no Dia Mundial da Árvore.

Com a Villa Portela como cenário, onde simbolicamente foi apadrinhado um cepo com o nome de Kristin, o vereador com o pelouro do Ambiente explicou que as florestas actuais assentam no eucalipto e no pinheiro.

“Vamos ter uma floresta bastante mais diversa, assente em mosaicos agrícolas e florestais o que dará um equilíbrio maior à gestão agrícola, florestal e parte urbana”, adiantou Luís Lopes.Para executar o plano, que terá três grandes fases, a autarquia precisa de contar com a “vontade e o compromisso” dos proprietários e ter “capacidade para intervir no território, quer ao nível do financiamento quer da capacidade técnica em termos de maquinaria e de pessoas”.

A fase zero está a decorrer até Maio e passa por desbloquear caminhos florestais, para ser possível circular, sobretudo, em caso de incêndios. Segue-se a retirada da madeira das árvores que se encontram no chão, mas também de outras que terão de ser abatidas.

A fase seguinte será a recuperação dos solos e preparação para a plantação. Já neste momento, seguir-se-á a gestão da floresta e depois a sua manutenção. Haverá plantação de árvores com 20 centímetros, outras com 10 anos, mas também apenas sementes lançadas à terra.

“Vamos ter de adequar ao tipo de solo, à capacidade de retenção de água, de regarmos e cuidarmos daquele território”, afirmou, ao alertar que, durante este período, haverá muito mato a crescer e árvores que vão morrer.

Atendendo que a maioria das espécies danificadas se encontram em terrenos privados, a autarquia irá accionar os mecanismos legais que foram criados no pós-2017, “que permitem fazer uma agregação de áreas públicas e privadas”.

“Não podemos simplesmente entrar num território florestal e começar a retirar madeira. Temos de ter enquadramento legal. A grande limitação é o financiamento, que tem de existir”, acrescentou.

Luís Lopes constatou que avançar com este modelo de gestão do território, é o “maior desafio” em termos de alteração da paisagem. “Estamos a falar de uma operação nunca antes vista e que demorará garantidamente muitos anos.”

Envolvimento de todos

O vereador defendeu ainda o envolvimento de toda a comunidade, não só para perceber as opções na recuperação do território, mas para sentir pertença.

“Iremos disponibilizar a curto prazo uma plataforma onde as pessoas podem seleccionar áreas, identificar as espécies que vão ser plantadas num determinado local”, com a respectiva explicação e depois acompanhar a sua plantação.

A tempestade Kristin destruiu ou danificou cerca de oito milhões de árvores no concelho, numa área de 7.615 hectares (ha), sendo que o território de Leiria tem um total de 28.066 ha.

Luís Lopes destaca que esta zona ultrapassa toda a área ardida nos últimos anos.Além da questão estética da paisagem, cujo impacto só será visível dentro de várias décadas, o autarca considerou que um dos desafios é a relação térmica no espaço urbano. Sem árvores sentir-se-á mais humidade, mais entrada de vento e menos sombras.

“Vamos levar algum tempo até conseguir encontrar respostas artificiais para ter esta ventilação térmica e alcançar o mesmo conforto dentro do espaço urbano, agora com menos árvores”, reforçou.

Tópicos: apadrinharárvoresconcelho de LeiriaKristinMonoculturaReplantar Leiriasociedade

RELACIONADOS

Marinha Grande acolhe palestra sobre IA- Impacto e principais mudanças
Sociedade

Marinha Grande acolhe palestra sobre IA- Impacto e principais mudanças

Setembro 11, 2026
João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?
Opinião

João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?

Setembro 10, 2026
João Caldeira Heitor, Coordenador Científico da Licenciatura em Gestão do Turismo do Instituto Superior de Gestão
Pais reclamam quase 500 mil euros pela morte de filho em queda de baliza em Leiria
Sociedade

Pais reclamam quase 500 mil euros pela morte de filho em queda de baliza em Leiria

Setembro 9, 2026
Próxima publicação
Bairro Comercial Digital abre inscrições para comerciantes de Alcobaça

Bairro Comercial Digital abre inscrições para comerciantes de Alcobaça

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?