Inteligência artificial e arte. “A aplicação mais poderosa”, acredita Aurélien Krieger, é a possibilidade dada ao artista de treinar um modelo que lhe permita explorar muito mais rapidamente o seu próprio estilo, por exemplo, na pintura. “É uma ferramenta” e há que “aprender a usá-la”, sinaliza. “Não vamos evitar a revolução”.
Mais: “A arte digital, que usa código, design generativo, é uma forma de criação”, diz ao JORNAL DE LEIRIA. “É o algoritmo que vai fazer a produção artística, mas o artista escreve o programa”. E conclui: “Se só fazes um prompt [instrução] e tens uma imagem, não sei se é arte, mas se estás a treinar o teu próprio modelo, a usar vários modelos, a ter tempo e trabalho para obter uma imagem que corresponde a uma visão, isso é arte”.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.









