Já há muito tempo não se viam tantas pessoas jovens a fazer bordados, a coser, a tecer ou a dedicar-se a trabalhos de marcenaria. Estão claramente a roubar os passatempos dos seus avós e a Covid-19 pode ser uma das grandes justificações para o regresso em força dos trabalhos manuais.
Com mais tempo disponível, com mais stress e angústia para gerir, as agulhas, as lãs e as madeiras são o escape perfeito para desligar o cérebro das complicações mundanas e a fórmula ideal para recuperar o sentimento de utilidade e até a auto-estima. Sozinho, em grupo, apenas para satisfação pessoal ou até para vender, não faltam exemplos na região de quem se tenha rendido às manualidades.
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