Em dois dias, a GNR sinalizou dez drones a operar ou a iniciar operação em Fátima. Seis dos dispositivos foram interceptados e os seus utilizadores identificados, incorrendo numa contraordenação, cuja coima pode ir dos mil aos quatro mil euros.
A utilização de sistemas aéreos não tripulados está proibida na Cova da Iria, onde há, neste momento, interdição do espaço aéreo.
“O objectivo não é intercepção os drones. Pelo que, pedimos às pessoas não os tragam, porque não os poderão utilizar a GNR tem capacidade para detectar e interceptar qualquer drone que esteja ou seja passível de ser usado em todo este recinto”, apela Carlos Canatário, oficial de comunicação e relações públicas da operação da GNR em Fátima.
De acordo com este responsável, além dos seis aparelhos interceptados, foram sinalizados quatro pelo sistema anti-drone que a GNR tem a operar na Cova da Iria, sem que tenha sido possível “chegar a quem os estava a operar”.
A interdição do espaço aéreo em Fátima começou no dia 29 de Julho e vai vigorar até ao final do dia 7 de Agosto. Durante este período, só podem operar drones “devidamente autorizados pela Autoridade Nacional de Aviação Civil”, adverte Carlos Canatário.













