No final do Verão de 2013, fechava portas o complexo de piscinas oceânicas da praia de São Pedro de Moel. Com ele, encerrava um ciclo de quase 50 anos, não só de animação nas piscinas, mas também de diversão nocturna garantida pelos diferentes espaços de bar, restauração e discoteca que compunham aquela infra-estrutura.
Chegou a ser noticiada a intenção de ser construído um aparthotel no local, mas nenhuma ideia se materializou e o que restava do complexo foi-se degradando. Já no início de 2022, depois de se ter reunido com o proprietário do complexo,[LER_MAIS] Aurélio Ferreira, presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, disse acreditar que, até meados de Fevereiro desse ano, iria conhecer o esboço do projecto que o promotor teria para aquele espaço. Independentemente da apreciação que viesse a ser feita pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que teria a última palavra acerca da obra, o autarca defendia então que as piscinas se deveriam manter, devendo estas ser de fruição pública.
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