A falta de acordo entre dois vizinhos, sobre cedências de terrenos, na Moita, impede a Câmara da Marinha Grande de terminar uma obra de saneamento. O desentendimento dura há mais de duas décadas, desde quando a freguesia ainda pertencia à Câmara de Alcobaça.
Cristina Ventura, proprietária de um terreno na Rua do Olheirão, na Moita, queixou-se na última reunião da Câmara da Marinha Grande, que, aquando da requalificação da via, o município “invadiu a sua propriedade”. Sem o seu consentimento, alega, a câmara procedeu ao “desvio de um curso milenar de uma linha de água e de um colector pluvial, oriundo das ruas do Lavadouro e Carrasqueiros, para o meu prédio”.
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