Fernando Lopes, 48 anos, era um engenheiro civil desencantado com a sua profissão e necessitava de algo que o fizesse sentir que estava a progredir no seu percurso profissional.
“Nunca me senti muito realizado a exercer esta profissão e, em 2013, depois da crise, decidi abandonar a engenharia, que me conduzira a dias solitários e tristes”, conta.
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