A constatação pertence ao vice-presidente do Município da Marinha Grande, Armando Constâncio, que na última reunião de câmara afirmou: “os edifícios de maior valor patrimonial e arquitectónico estão a meter água há quatro anos”. O vereador socialista referiu-se a um conjunto de imóveis do município que carecem de intervenção, sob pena de comprometerem também o que guardam no seu interior.
Armando Constâncio falou sobre a requalificação do Museu do Vidro, cujo processo se mantém em aberto; referiu ainda parte significativa do espólio do Museu do Vidro, que está armazenado no Pavilhão Municipal de Exposições e sujeito a chuva; mencionou também o pavilhão Morais Matias, onde um forno está “exposto às intempéries, com telhas de lusalite a cair-lhe em cima, um autêntico crime contra o património”.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










