“Desde a era digital que a fotografia (como conhecida tradicionalmente) tem morte anunciada”, diz Bruno José Silva, que na exposição limit of disappearance convida o público “a tornar-se parte de um pensamento sobre o desaparecimento e a efemeridade, sobre o que significa, de facto, ‘ver’”.
A partir de sábado, 9 de Abril, os visitantes do Banco das Artes Galeria (BAG) são colocados perante a possibilidade de contribuírem para a modificação e degradação do conteúdo exposto – é obrigatório assinar uma declaração à entrada, mas, se alguma vez a alguém apeteceu destruir a obra de arte, esta é a oportunidade.
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