No regresso a Leiria e ao Teatro José Lúcio da Silva, dez anos depois de expor em nome individual na maior sala de espectáculos da cidade, Tiago Baptista trocou as tintas pelos tecidos e os pincéis pela máquina de costura. Trocou, também, o ateliê em Lisboa, onde vive, por uma residência que o público pode acompanhar, a decorrer até ao final do mês, com o objectivo de criar a instalação “Encenações na sala. O corpo não visto é o corpo vidente”.
Tecido, linha e metal são os materiais que o antigo aluno da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha está a utilizar para construir três dispositivos, semelhantes a biombos, que funcionarão como cenário para a circulação dos visitantes, incluindo, os espectadores dos eventos acolhidos no Teatro José Lúcio da Silva.
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