E se, tal como fazem para o alojamento, os peregrinos pudessem reservar, antecipadamente, o lugar de estacionamento em Fátima? E se, em vez de virem em transporte próprio ou em excursões que não os livram de filas de trânsito, houvesse um serviço que os fosse buscar à origem e os deixassem no centro da Cova da Iria com recurso a vias prioritárias?
As sugestões foram deixadas por Inês Marrazes, especialista em planeamento urbano e mobilidade, durante a conferência sobre ambiente e urbanismo, integrada no ciclo 50 anos. Cidade de Fátima, que futuro?, realizada na semana passada.
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