Entrar hoje numa escola da região é esbarrar com alunos de diferentes nacionalidades, onde os idiomas, as vestes ou a cor da pele se cruzam, enriquecendo as salas de aula e os recreios, mas também trazendo sérios desafios aos professores. Se tempos houve em que o encerramento de alguns estabelecimentos de ensino foi uma decisão dolorosa, tomada devido à falta de crianças, agora falta espaço para responder à procura.
No ano lectivo passado, estiveram inscritos 6.825 alunos estrangeiros em apenas cinco concelhos da região. Um ligeiro decréscimo face a 2024/2025, quando se registaram 7.008 estudantes de outras nacionalidades que não a portuguesa.
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