“Ainda tinha quatro ou cinco anos e, mal acordava, já corria para o quintal para jogar à bola”. Com um pai e um irmão jogadores de futebol, rapidamente descobriu que o futuro seria (bem) desenhado dentro das quatro linhas.
“Às vezes eles não queriam jogar e eu ficava sozinho a chutar contra a parede”, recorda entre risos, antes de partilhar que a aposta profissional foi óbvia “no primeiro treino” e nunca faltou “o apoio incondicional da família” para lutar pelo que se traduzisse em felicidade.
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