Chama-se SaFe e tem a ambição de desenvolver, produzir e testar in vivo traqueias e brônquios artificiais (implantes traqueobrôquios), através de próteses em silicone. O projecto, financiado em cerca de 1,1 milhões de euros pela União Europeia, junta o Centro Hospitalar de Leiria (CHL), o Politécnico de Leiria e a Modes RP, empresa da Marinha Grande.
O primeiro protótipo deverá ficar concluído “ainda este semestre”. Essa é, pelo menos, a expectativa de Salvato Feijó, director do Serviço de Pneumologia do CHL e investigador principal do projecto, que há anos tinha sido idealizado pelo médico. “Tentei implementá-lo em Lisboa, quando estive no Hospital de Santa Maria, mas nos grandes centros a ligação da universidade às empresas é muito mais difícil. Em Leiria há o ambiente ideal para este tipo de projectos”, afiança.
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