A angústia do programador no momento da exibição forma-se com a memória dos filmes que o público não vê, ou por outras palavras, os tiros que, por vários motivos, que podem incluir a indisponibilidade dos distribuidores, acabam por cair fora do alvo.
Este ano, no entanto, todos os documentários que o Hádoc leva ao Teatro Miguel Franco entre 7 de Abril e 30 de Junho são as primeiras escolhas de Nuno Granja e António Madeira – o que, provavelmente, é inédito na história das 15 edições do festival de cariz independente e alternativo, organizadas, sempre, através da associação ecO.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.
Login se tiver comprado










