Detectar colunas de fumo, perceber a gravidade de um eventual incêndio e averiguar pontos quentes que se mantêm após o rescaldo de um fogo são as principais mais-valias do Sistema de Videovigilância e Detecção Automática de Incêndios da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL), que avançou com um investimento estratégico num território fustigado pelos incêndios.
O comandante sub-regional de Emergência e Protecção Civil de Leiria, Carlos Guerra, conta que há cerca de três anos, quando se integrou a inteligência artificial no sistema de videovigilância dos incêndios “foi complicado, porque dava muitos falsos alarmes”.
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